James McAvoy - "Three Days of Rain", uma fã brasileira em Londres!
Desde que soube que James McAvoy ia fazer uma peça em Londres eu não conseguia pensar em outra coisa. A possibilidade de ver meu ator favorito, no auge, fazendo aquilo que me tornou uma fã dedicada - atuando - era por demais tentadora. É claro que o dinheiro não estava sobrando, minhas férias ainda estavam distantes, enfim, era tudo uma idéia um pouco extravagante e imprudente de se levar adiante...mas era isso tudo exatamente que a tornava excitante e especial. Qual é a graça quando tudo é fácil demais, não? Então, com algum planejamento e apertos no orçamento, vi que era possível sim realizar meu sonho. E comecei a organizar meus planos para a viagem. Também seria uma oportunidade única de visitar uma amiga que eu não via há anos, e que estava mudando-se da Europa. Tudo conspirava para que eu fosse, e assim, no dia 19 de April, eu embarcava com grandes expectativas rumo ao Velho Mundo...
Cheguei em Londres numa segunda-feira ( e ficaria na cidade até sábado) e até sair do aeroporto, pegar metrô e achar o hostel, quando olhei já era quase noite. Eu estava bem no centro da agitação, em Picadilly Circus, e foi super emocionante sair do hostel e ver aquela povo nas ruas, os ônibus vermelhos, a estátua de Eros...e logo adiante, bem pertinho mesmo, vi o cartaz da peça e o teatro Apollo. Eu já tinha comprado um ingresso para sexta-feira, mas é claro que pretendia assistir a peça mais de uma vez e estava PERTO demais pra reistir à tentação de dar um pulo no teatro e saber se ainda havia lugares para a apresentação daquela noite (que jetlag que nada!). Quando cheguei lá, a mulher disse que tinha lugar na fila E. Perguntei se não tinha nada mais próximo do palco. “Tem a fila A”, ela disse. Bom, pensei, mais próximo que isso só no colo do James (hmmm, não era má idéia! ;- ) ). Cheguei a elaborar se valia a pena assistir a peça pela primeira vez justo quando tinha acabado de chegar de viagem e estava tão cansada, mas a ponderação do meu lado razoável deve ter durado uns cinco segundos. A possibilidade de ver o James tão de perto era totalmente irresistível.
James estava bem pertinho...o Teatro Apollo, no meio da deliciosa muvuca em Picadilly Circus
Eu estava MUITO grudada no palco, o lugar não podia ser melhor. Antes da peça começar me bateu um pânico – imagina se o James hoje tirou o dia de folga, e vou ter que assistir a peça com o substituto!
Ah, eu pediria o dinheiro de volta, sem dúvida...mas, e a frustração? Melhor ficar quieta e pensar positivo.
Quando ele entrou estava muito escuro no palco, e por alguns instantes achei que a pessoa ali era diferente do que eu imaginava, que não era o James. Mesmo quando ele começou a falar eu ainda não acreditava...acho que estava em choque de ver um ator e um cara que admiro tanto tão de perto, encarando as pessoas nas primeiras filas, dizendo seu texto na beirinha do palco (se ele desse um passo em falso, podia cair no meu colo! ;- ) )...eu nem conseguia raciocinar direito. Me senti uma privilegiada por assistir uma apresentação que era exclusiva nossa, das pessoas que estavam no belo e compacto Teatro Apollo naquela noite, naquele momento. Era um privilégio não só ver o James, mas vê-lo atuando.

Fachada do teatro e o letreiro, acima, que se via assim que saíamos da estação Picadilly
Depois falo mais um pouco sobre a peça, que é ótima. Antes de mais nada, uma breve nota sobre um detalhe totalmente inesperado e desagradável - assim que cheguei no hostel, a primeira coisa que fiz foi testar minha câmera, e ela não dava sinais de vida. Achei que fossem as pilhas, então comprei novas numa lojinha perto do hostel. Nada. Entrei em pânico – como eu tiraria fotos da viagem, e pior, como tiraria fotos do James?!
Então, voltando ao Teatro Apollo, a peça terminara e eu estava maravilhada e nem um pouco cansada, louca pra correr para a porta de trás do teatro e ver o James de perto pela primeira vez. Aí me lembrei que não ia poder filmar nem tirar retratos...que frustração! Tratei então de comprar um programa da peça e pensei “bom, pelo menos digo um ‘hello’ pra ele e peço um autógrafo!” Por ser segunda-feira, imaginei que haveria poucas pessoas lá. Que nada! Estava lotado, e nem consegui chegar perto dele. Passei o programa pro James (e o Nigel, o outro ator) autografar, mas não consegui dizer o quanto tinha adorado a peça e sua interpretação, nem tirar fotos. Mas foi maravilhoso vê-lo de perto, de qualquer jeito...ele sempre perguntava antes de voltar pro teatro se alguém ainda tinha mais alguma coisa pra ele assinar. Muito fofo, muito dedicado...e olha que muita gente enchia o saco (sempre rolava o indefectível caçador de autógrafos, com um monte de fotos pra ele assinar – que depois serão vendidas no Ebay. Idiotas!) e o cara ali, sempre na maior paciência. Um exemplo de como uma pessoa pode obter fama e reconhecimento sem precisar posar de estrela.

Um dos cartazes na porta do teatro..."uma atuação arrebatadora"
No dia seguinte, terça, ainda estava em alfa, pensando em James e na peça maravilhosa. Mas de volta a realidade: o lance da máquina fotográfica estava me deixando muito frustrada, mas felizmente minha amiga (a que fui encontrar em Londres) me emprestou a sua, e ficou de me mandar as fotos depois; mas acabei comprando um memory card, fiquei com medo do dela lotar. E eu planejava tirar muitas, muitas fotos!
Felizinha, de câmera nas mãos, rumei para o teatro aquela noite depois de conseguir um desconto excelente no quiosque da TKTs. O ingresso era para um lugar muito bom, mas não tão perto do palco como o da noite anterior. Para superar a “distância” (qualquer lugar duas fileiras depois do palco é longe demais do James! ;-D), contei com meu simpático binóculo que também adquiri por um bom preço, como souvenir da London Eye. Mesmo que eu não tivesse um binóculo, em frente aos assentos havia vários disponíveis, presos num painel. Era só colocar uma moedinha de 50 pence, que seria devolvida depois que o binóculo voltasse ao seu lugar.

Programa da peça com os trabalhos e os prêmios ganhos por James e Nigel Harman, e os autógrafos
Senti falta de estar na primeira fila, mas foi bom também assistir a peça de uma certa distância. O cenário é muito bonito – o apartamento detonado e vazio onde o casal de irmãos Walker e Nan e o amigo Pip se reunem no primeiro ato transforma-se num aconchegante espaço no segundo. O que percebemos no futuro não nos dá idéia do que aconteceu no passado, e essa é uma das mensagens da peça – o apê também reflete esta noção. São três dias de chuva, e ela cai "de verdade" no palco, o que causa um efeito muito bonito (e nos brinda com um James de camiseta branca justinha, deliciosamente molhado... :-P)
Os 3 atores são ótimos, mas a distância também me fez perceber o domínio que o James tem do palco, sua segurança - e sua predominância sobre os outros dois. Ele é um ator de extrema fisicalidade, e absurdamente expressivo – mesmo sem a ajuda do binóculo, de longe, a gente vê os olhos dele brilhando enquanto as lágrimas se formam, mesmo que isso tenha acontecido depois de uma cena hilária (no caso do embate cômico entre Pip e Walker, sendo que o último é uma gangorra de sentimentos extremos). Temos também um momento “o encontro de Robbie e Cee no café”, no qual o tímido e calado Ned expressa no rosto todas as emoções que a gagueira o fazia conter. De arrepiar.
Esse dia, terça-feira, 21, era o aniversário do James (e da rainha! J). Na verdade, aniversário extra-oficial, porque ele nunca confirmou exatamente o mês e o dia. No final da peça, e no momento dos autógrafos, fiquei esperando alguém soltar um “happy birthday”, mas ninguém se manifestou então fiquei na minha. Esse era também o dia em que teria um contato de verdade com ele – estava bem perto da saída do teatro, e ao contrário de segunda, não tinha ninguém na minha frente e eu tinha uma câmera! J Eu havia levado um retrato muito bonito feito pelo meu chefe, que é um tremendo desenhista. Fui uma das primeiras a falar com o James, e quando ele olhou o desenho fez uma cara de “wow!” O jeito dele é a coisa mais linda do mundo...é difícil de explicar. Eu estava comentando com uma menina de um forum que o que eu acho fascinante é o mix bem equilibrado entre uma tremenda sensibilidade, um carinho em relação às pessoas, uma doçura, com a segurança, a sensualidade, o domínio da situação. O feminino dos sentimentos e emoções com a presença, a fisicalidade totalmente masculina, porque não existe nada de feminino na postura dele, nos gestos, no jeito de andar, na maneira como te olha. Ele tem muita presença, e mesmo no meio do caos de gente de todas as partes do mundo, querendo autógrafos, querendo beijos (era muito fofa, quase ingênua, a maneira com que ele dizia “Sou um homem casado!”), querendo atenção, ele permanecia calmo e dominava o turbilhão.



Ainda tinha tempo de conversar com um ou com outro, fazer comentários engraçados sobre alguma foto que ele estava assinando (“Good God, this is horrific!”), relembrar as pessoas que já tinham assistido a peça...e no final ele sempre perguntava se já tinha assinado tudo, se faltou alguém, e só então dava um tchauzinho e entrava. Pra ver como o timing do cara é perfeito, ele fazia tudo isso em 6, 8 min no máximo, e ninguém saía de cara emburrada por falta de autógrafo num papelzinho que fosse.

O desenho que ele autografou...em outro dia, pedi pro James escrever meu nome, e ele acabou assinando de novo!
Acho que uma boa definição é que o James tem uma presença que domina, mas não esmaga. Deve ser uma delícia trabalhar com ele, porque como ator ele não está ligado só em sua própria performance, em ser uma estrela. A maneira como ele agia na saída do teatro mostrou como o cara é conectado ao outro tanto quanto a si próprio. Acho que ele daria um excelente diretor, porque tem uma visão global, inclusive para as minúcias, é capaz de comandar mas também agregar.
Todo mundo sabe que o James não é um cara alto e fortão, um típico "leading man", mas ele tem aquela beleza serena e uma sensualidade inata, natural, e nos sentimos imediatamente atraídas por ele - os sorrisos meio bobos das mulheres que corriam para a "stage door" são uma prova disso. O fato do James não ser tão tipicamente "perfeito" com os Brad Pitts da vida é uma vantagem para ele, pois o deixa com mais opções de papéis variados, de nerd a herói romântico. É como a Keira comentou, quando ele fez a audição para o papel de Robbie - um personagem descrito no livro como alto e forte - ela já tinha contracenado com pelo menos outros 2 bons atores que atendiam mais o tipo físico do personagem, mas o James "chegou aos 1,90m diante de nossos olhos" e simplesmente esmagou a concorrência fazendo o que ele faz de melhor: tornando-se aquele personagem. Quando ele saiu a Keira disse que todos ficaram em silêncio por uns 10 min, e depois só se ouviu um “Fuck!” O papel era dele.

Essa magia acontece diante de nosso olhos quando assistimos "Three Days of Rain". No primeiro ato da peça, James é Walker, filho de um arquiteto famoso que tinha acabado de morrer. O rapaz é excitável, energético, loquaz, mas também tem tendências depressivas - pode-se dizer que Walker é bipolar, equilibrando-se em uma linha fina entre o maníaco depressivo e o louco definitivo. No segundo ato ele transforma-se no quieto, tímido Ned, pai de Walker. O que Walker tem de verborrágico Ned tem de lacônico, e ainda assim, pai e filho são incrivelmente parecidos: inteligentes, solitários, e com dificuldades para interagir com o mundo e seus habitantes ("I feel I'm not a people's person anymore", diz Walker logo no início da peça). O pai projeta no filho coisas impossíveis, e vice-versa. É bonito, e triste, acompanhar a história de duas pessoas que poderiam ter se conhecido - e vivido - melhor mas perdem-se entre expectativas e frustrações.

Quarta-feira, dia 22, foi um dia muito especial. Eu tinha marcado com uma menina do fórum do IMDb (inglesa, mas que não morava em Londres) de nos encontrarmos na entrada do teatro, antes da matinê (às 15:00h) começar. Achei que seria o melhor momento para ver o James com calma, quando geralmente menos pessoas estão esperando, e finalmente entregar os presentes que tinha levado – uma camisa da seleção brasileira de futebol e um livro, não muito grande, com fotos sobre o Brasil e poesias bilingue – e talvez arriscar o pedido de uma foto juntos. Cheguei bem cedo, porque ele poderia aparecer em qualquer horário entre 13:00h até alguns minutos antes da peça começar. Quando passavam das 14:15h, comecei a me preocupar...algumas vezes o James entrava pela entrada principal ao invés da lateral, principalmente se ele via os insuportáveis caçadores de autógrafos profissionais esperando, e uma dessas desagradáveis criaturas já estava ali à postos, com uma maleta cheia de fotos e posters de filmes nas mãos. A atriz da peça, Lindsey Marshall (que fez a Cleópatra na série “Roma”) já tinha chegado e saído de novo. Aí então tivemos uma visão privilegiada – os 3 atores vindo juntinhos, lado a lado, em direção à entrada lateral. Incrível ninguém ter tido presença de espírito de tirar uma foto (pelo menos não achei nenhuma na net), acho que ficou todo mundo meio bobo! O Nigel e a Lindsey entraram rapidinho, sem nem parar, deixando o James entregue às “feras”. J Mas ele estava num excelente humor, e apesar de já em cima da hora de começar a se preparar para a apresentação, conversou um pouquinho, deixou o pessoal tirar fotos e assinou alguns autógrafos. Quando ele se despediu e já ia entrando, entreguei a sacolinha com os presentes e disse “I hope you like it!”. Ele fez um “Oh, you shouldn’t...thank you very, very much!” (o James tem esse hábito de ficar repetindo os “very” J). Pena que não deu pra ele ver o presente na hora, mas também não ia entregar a camisa toda desfraldada...fiquei feliz dele ter recebido, e esperava que ele abrisse a sacolinha de curiosidade, para eu poder comentar algo com ele depois.
Esse momentos passam mais rápido do que a gente gostaria...seria tão bom poder ter um gravador no cérebro, e depois ficar repassando a cena até cansar. Porque, por mais acessível e simples, anti-estrela, que seja o James, ele ainda é um objeto de admiração – até aquele momento, à distância – para mim e centenas de outros fãs que batiam ponto diariamente na porta do Teatro Apollo. Não tem como não surtar um pouco, não ficar desorientada com o fato de que, sim, esse cara que você adora está falando com você. Só com você. Te olhando nos olhos. O tempo pára, parece que não existe mais ninguém em volta, e ainda assim você não está totalmente no momento, porque o momento é surreal, quase irreal, demais. Sim, é complexo! ;-) 

Nesse dia eu resolvi não assistir a peça. Afinal, eu também tinha a Londres pra fazer um pouco de
turismo, não podia ser só James (mas que era uma tentação, era! ;-)). Marquei com a inglesa de nos encontrarmos ali na porta dos fundos depois que ela assitisse a matinê, e rumei pra National Gallery, que fica em Trafalgar Square, nas proximidades de Picadilly. Mas, andando por aquele belo museu, não conseguia me concentrar nas obras de arte. Ficava pensando no James e no jeito muito fofo com que ele lidava com os (as, na maioria, claro) fãs. É algo tão amigável, e ele fala com você como se ele não compreendesse bem a idéia de “fãs” e “distância”, como se todos pudessem ser amigos dele em potencial. É algo que pode ser muito tentador, mas frustrante ao mesmo tempo, porque a gente cai em sí e percebe a chance ínfima (menor do que ganhar sozinho na megasena) dele realmente vir a ser um amigo, ou, nos sonhos mais inalcançáveis, um algo mais. Damn you, James McAvoy! ;- )
Voltei pro teatro e estava num lugar bem legal, perto da porta de saída. A peça acabou e não estava muito tumultuado, o pessoal esperava calmamente a chance de falar com ele. Quando o James saiu ele veio direto pro meu lado, aí resolvi perguntar sobre a blusa da seleção (sei que o rapaz adora futebol...bom, nem tudo é perfeito! J Ele torce pelos Celtics na Escócia). Ele deu um sorrisão e ficou todo animadinho “That was brilliant, thank you!” (ou algo assim...desculpem, mas eu estava um pouco fora de mim naquele momento!) Aproveitei a deixa e perguntei “James, será que você tirava uma foto comigo quando acabar?”, porque sei que ele quer primeiro ter a certeza de que autografou tudo que os fãs levaram, antes de tirar fotos e essas coisas. Ele disse claro, era só ele atender o resto do pessoal. E lá foi ele.

James interagindo, e meu dedo no botão da camera, pronta pra fotografar! :-)
Photo by PurpleSheep - Thank you! ;-) http://www.flickr.com/sheeppurple
Só um parêntese para um detalhe muito importante, principalmente pra quem é uma legítima fã do James – os olhos. Eu posso não ter visto muitos olhos azuis na minha vida, mas com certeza absoluta nunca vi um par de olhos azuis tão bonitos e luminosos como os dele. Na hora que ele virou pra mim, sinceramente não sei como consegui articular uma frase gramaticamente correta - e em inglês! Ele estava tão bonito, de um jeito despojado, simples. A menina ao meu lado conseguiu falar o que todo mundo queria, mas não tinha coragem ou falta de vergonha suficiente "James, pára quieto um pouquinho pra eu bater uma foto desses olhos maravilhosos!" Todo mundo riu, e ele fez uma cara engraçada, dando umas piscadelas. Aí ele fez algum comentário sobre a caneta azul turquesa com que ele estava assinando os autógrafos, mas não captei bem. Eu já estava em alfa, e o melhor ainda estava por vir!
O James fez a rodada de autógrafos, aí algumas meninas do outro lado começaram a pedir fotos. Fiquei um pouco frustrada, porque ele posou um bocado de tempo e eu poderia ter filmado ou tirado algumas fotos legais...o problema é que não queria deixar o lugar onde estava. Aí ele foi tirar uma foto com a garota do "seus olhos maravilhosos", e comecei a grilar que ele ia acabar me pulando. Mas quando não tinha mais ninguém ele disse "now you", pegou minha máquina, eu me posicionei ao seu lado, ele esticou o braço e bateu a foto ele mesmo. Acho que ele já virou craque na "foto-bracinho", e a maioria que vi fica perfeitamente enquadrada! É lógico que antes de ver a minha bateu um pânico, tipo "claro que logo a minha vai ficar uma porcaria, devo ter piscado, ele deve ter cortado metade da minha cara - ou pior! - da cara dele...” Mas para minha infinita surpresa e felicidade, a foto ficou boa, captando a beleza do azul dos olhos e um sorriso aberto do James, coisa não muito comum nas outras fotos com fãs.

O que mais posso dizer? ;-)
P.S. - Só um detalhe...o memory card da camera não lotou! Eu imaginava tirar milhares de fotos do James, mas quando estava na stage door, só sentia vontade de ficar olhando pra ele, observando seu jeito de lidar com as fãs, ou só ficar curtindo mesmo o momento. Voltei com poucas fotos, mas a mais importante de todas valheu muito a pena! :-D






















































































